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terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Auto Escola - Anos 70



terça-feira, 30 de agosto de 2016

WTF???



sexta-feira, 8 de abril de 2016

Cemitérios de Clássicos





quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Os Sete Gols Mais Marcantes da História


Gol GT 1.8 (1984-1987)




A Primeira versão esportiva do Gol trazia o motor 1.8 refrigerado a água do Passat, de 99 cv declarados, comando de válvulas do Golf europeu e torque de 14,9 mkgf. Por fora, faróis de milha, rodas de liga leve e adesivos GT complementavam o visual esportivo do carro.

Gol GTS 1.8 (1987)





Lançado em 1987, o sucessor do GT, trazia a mesma mecânica deste, porém com o novo visual lançado naquele ano, com novas rodas e aerofólio que seriam aproveitados no futuro modelo GTi.

Gol GTi 2.0 (1989)






Estrela do Salão do Automóvel de 1988, e primeiro veículo brasileiro com Injeção Eletrônica de fábrica, era equipado com o motor AP do Santana. Porém, o que mais chamava atenção era mesmo o visual, com as rodas "pingos d'água" de 14'', aerofólio e a pintura em "saia e blusa", azul e cinza.

Gol GTi 2.0 16 V (1995)





Equipado com tecnologia de ponta: Bloco Audi, caixa de câmbio Audi A4, cabeçote do Golf, 141 cv, 16 v, rodas de liga leve 15''. Porém, a maior característica deste modelo, era a "bolha" no capô: solução encontrada pela Volkswagen para que o carro abrigasse o motor 16v.

Gol 1.0 Turbo (2001)




Tentando aproveitar a menor tributação de IPI sobre veículos de motor 1000, a VW fez uma proposta arriscada: Lançar um 1.0 que andasse como um 1.8. A solução: Turbinar o motor. Deu certo, pelo menos do ponto de vista mecânico: a potência saltou de 69 para 112 cv, fazendo-0 ir de 0 a 100 em 10,6 segundos, e a velocidade máxima atingir 190,3 km/h. Apesar disso, foi descontinuado pouco tempo depois, devido às baixas vendas.

Gol 1.6 Total Flex (2003)




Primeiro carro brasileiro a rodar com álcool ou gasolina, o velho motor AP 1600, podia utilizar qualquer dos dois combustíveis, em qualquer proporção. No ano seguinte, a tecnologia se difundiu pelo país.

Gol Vintage (2011)







Versão Comemorativa de 30 unidades, em comemoração aos 30 anos do Gol. Acompanhava uma Guitarra Tagima.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Por Dentro do Fusca




sábado, 21 de novembro de 2015

Dez maneiras estranhas de guardar o estepe


Fiat 147 Lançado em 1976, inovou ao trazer motor frontal transversal e tração dianteira. Valia de tudo para deixá-lo maior por dentro, até alojar o estepe no cofre do motor para poupar o discreto porta-malas de 352 litros de mais um volume incômodo.

GordiniComo o motor era atrás, o estepe foi para a frente. Só que o capô que abria contra o vento (levanta-se a parte traseira, não a dianteira) dificultava o acesso à roda sobressalente. Aí veio a ideia genial: o pneu era retirado por uma tampinha no meio do para-choque frontal.

Gurgel CarajásA exemplo dos primeiros Land Rover, o jipe nacional também tinha o estepe no capô. No Carajás, quem tinha menos de 1,70 metro reclamava que a roda atrapalhava a visão e que era difícil abrir o capô. Para solucionar o problema, alguns donos simplesmente o guardavam no porta-malas.

VW KombiDesde 1950, o estepe ganhou diferentes lugares na Kombi: no motor (vertical e horizontal), acima do para-choque dianteiro e sob o motorista. Mas ele durou mais tempo mesmo colocado na parede metálica que separava o banco do motorista dos passageiros da fila de trás.

Bianco SO fora de série feito nos anos 70 e 80 quase não tinha porta-malas, ocupado pelo tanque de combustível dianteiro. Atrás já havia o motor de Fusca. A solução foi colocá-lo junto ao motor, mas acima, num apertado espaço entre as torres da suspensão traseira. Lá cabia com perfeição um pneu 185/70 R13.

MP LaferEle era uma réplica nacional do MG TD inglês, só que feito sobre mecânica e chassi do Fusca. Como o motor era atrás, o estepe foi para a frente. E aquela tampa traseira com o pneu por cima? Era só uma carcaça de fibra, para manter o design do carro original.

Willys JeepNos primeiros modelos, o estepe na tampa traseira fazia o carro, que era muito leve, levantar a frente. A Willys, então, instalou-o na lateral direita traseira. Assim, compensava o peso do motorista e resolvia de vez o problema.

Fiat Uno TurboNo Uno original, o estepe ficava no motor, mas a adoção do turbocompressor e a largura extra dos pneus esportivos bagunçou tudo. O jeito foi improvisá-lo no porta-malas, coberto por uma capa de carpete, e lamentar a redução da capacidade de carga de 240 para 175 litros.

VW CrossFox - Pendurar a roda atrás virou moda nos aventureiros, a partir do EcoSport, em 2003. Mas, se o Ford nasceu assim, o CrossFox foi adaptado. Como a fixação perto da lanterna gerava muito ruído, a VW mudou o suporte em 2010, que ganhou um braço móvel no para-choque.

VW FuscaA partir de 1970, o modelo alemão trocou a suspensão de braços arrastados com barras de torção por uma moderna McPherson, com molas helicoidais. Além de mais confortável, ela liberou espaço no porta-malas dianteiro, graças à posição do estepe, que agora ficava deitado. Enquanto isso, no nosso Fusca a roda extra sempre ficou de pé.

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Fusca 1600 SP


Edição especial produzida pela vw  entre 1977/78 para competição de rali na África do Sul. Equipado com rodas especiais, dupla carburação e motor de 1600cc, com 67 Hp de potência.













quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Fuscas na rodoviária de Curitiba



quarta-feira, 12 de agosto de 2015


Volkswagen Gol L


O Projeto do Gol teve início em 1975 para concorrer com os modelos fiat 147 e chevrolet chevette.
Inicialmente chamado de projeto BX, o projeto teve forte resistência da matriz alemã, devido aos recentes fracassos da VW do Brasil, como o SP2 e a TL.
O Primeiro modelo tinha motor 1300 arrefecido a ar, carburador de corpo simples e fazia um barulho tão característico que ficou conhecido como "chaleira"

Em 1981 foi lançado o motor 1600, também refrigerado a ar, que foi produzido até 1986.

Inovações tecnológicas do gol para a época
Propaganda do Gol na época: 15 km/l e autonomia de 870 km
Vw Scirocco, que serviu de inspiração para o projeto do Gol